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A CIDADE

PONTOS TURÍSTICOS

 

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PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO - PED


O Parque Estadual do Desengano (PED) é uma unidade de conservação de proteção integral, ou seja, uma extensa área de floresta bem conservada protegida por lei.

Abrange uma área de 22.400 hectares, sendo a terceira maior unidade de conservação (UC) estadual do Rio de Janeiro. Está situado na Serra do Mar e se estende desde os maciços montanhosos próximos ao Desengano, nos arredores de SMM, ao conjunto das montanhas na Serra do Imbé, junto ao baixo curso do Rio Paraíba do Sul.

Está situado na porção terminal da Serra do Mar no norte do Estado do Rio de Janeiro e cobre parte dos municípios de São Fidélis, Campos dos Goytacazes e Santa Maria Madalena. Em seu entorno encontram-se os povoados de Renascença, São Pedro, Santo Antonio do Imbé, Sossego do Imbé e Morangaba, além de outras concentrações de menor expressão.

Possui relevo ondulado, as serras com altitudes que variam de 800 a 1600 metros. Animais em fase de extinção ainda são encontrados na região, como: onça, paca, capivara, cotias, preguiça, queixada, lontra, ariranha e o mono carvoeiro, o maior macaco da região. Diversas aves como: jacutinga, macuco, nhambu, uru, jacu, araponga, tucano, periquito e outras aves canoras. As fotos destas espécies podem ser vistas nas exposições na Sede do Parque no Horto Florestal.

Existem duas versões para a origem do nome Desengano: uma está relacionada ao mateiro, José Vicente, que trocou com o padre francês José Frouthé, suas terras, localizadas onde hoje é a Igreja da Matriz em Santa Maria Madalena, por uma espingarda.  Essa área já havia sido desbravada por Manoel Teixeira Portugal que criou a fazenda Bonsucesso, em 1877, porém as terras foram consideradas improdutivas, daí o nome de Desengano.

A outra versão é sobre um contrabandista e salteador que operava nestas paragens, conhecido como Mão de Luva que, fugindo de intensa perseguição policial, embrenhou-se nos sertões da Serra do Imbé, seguindo depois em direção à forquilha. Segundo a lenda, ele deixou grande tesouro enterrado junto a uma tradicional figueira que tomou seu nome. Sugere-se também que o fato de nunca haver sido encontrado tão fabuloso tesouro seja o motivo do nome Desengano.

Informações sobre as trilhas do Parque Estadual do Desengano estão disponíveis no  www.femerj.org no tópico Guia de Trilhas do Parque Estadual do Desengano, onde estão publicadas todas as informações relevantes sobre a unidade, em português e inglês.


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HORTO FORESTAL SANTOS LIMA


Horto florestal foi fundado em julho de 1932 por Joaquim dos Santos Lima Junior. Este Botânico fez expedições no Parque do Desengano classificando diversas espécies de orquídeas e bromélias.

A qualidade de seu trabalho também é percebida pelo planejamento e construção do horto, que ocupa uma área de 12,5 hectares. Ainda se encontram no horto espécies e canteiros remanescentes daquele período.

Seu portão em estilo neoclássico e os graciosos prédios da administração são o testemunho do cuidado na instalação do horto em 1932. A capacidade do Horto é de 100.000 mudas, possuindo hoje cerca de 15.000, entre espécies de árvores frutíferas, ornamentais e de reflorestamento para comercialização, além de um roseiral com matrizes e área de enxertos.

No horto pode se observar o orquidário, a associação de produção de mel. Constitui também a sede do Parque Estadual de Desengano, o batalhão da Polícia Florestal.

O lugar é muito bom para caminhar e comer frutas do pé. Lá são vendidas pés de plantas pequenas para serem plantadas lá mesmo. As crianças adoram!

Entrada: Gratuita

Horário: Diariamente das 7 às 16 h. 


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CASA DA CULTURA FRANCISCO PORTUGAL NEVES + MUSEU DA ESCRAVATURA


A Casa da Cultura Professor Francisco Portugal Neves funciona na antiga Estação Ferroviária da Leopoldina e preserva o acervo cultural do município: livros, revistas, fotografias, jornais locais publicados desde 1878,  instrumentos musicais,  álbuns, monografias, mapas, peças artísticas dos séculos XVIII e XIX e maquinário antigo de imprensa.

A Casa promove iniciativas como edição e lançamento de livros, exposições, cursos, seminários e eventos. Abriga as Bibliotecas Pública Municipal Mariano de Oliveira e Infantil Jornalista Bethralda de Lauro.

No mesmo local é sediado o Museu da escravatura, conhecido como A centenária Madalena, que possui mais de 250 peças que ilustram um pouco da história da escravatura em Santa Maria Madalena. O período da escravidão até a abolição está retratado em objetos da casa grande e da senzala, entre eles palmatórias, moedas antigas, objetos para torturar escravos, gargalheiras e tornozeleiras. 

A casa tem, ainda, algumas curiosidades, como a forma de produzir hóstia no século XVIII e antigas maquinarias da estação de trem acompanhada por telégrafos, além da documentação referente à libertação de 500 escravos 500 dias antes da assinatura da Lei Áurea.

No local encontra-se um pouco da história e poemas dos poetas madalenenses demonstradas nos diversos eventos culturais que ocorriam e hoje representados na Festa Literária de Santa Maria Madalena – FLIM.

Endereço: Praça José Bechara Rafael, Santa Maria Madalena - RJ
Telefone: (22) 2561-3311 / 2561-1237. aberto de 8 às 16h de segunda à domingo.

FONTE: SITE MAPA DE CULTURA